esconderijo

domingo, 18 de abril de 2010

incertezas


"Já nada faz sentido.
Sei o que quero: viver.
Sei quem quero: a ti.
Então por que é tudo tão difícil?
Por que não vejo uma luz?
Por que só as lágrimas são a minha companhia?
Dói-me a tua ausência.
Dói-me a minha existência."

Rosália @

esgotada


"Às vezes sinto-me assim, pequena e insignificante.

Quase sempre, luto por ter força e seguir em frente.

Agora, apetece-me baixar os braços e simplesmente desistir.

De quase tudo o que me rodeia.

De um coração partido.

Da incerteza.

De ti."


Rosália

sexta-feira, 2 de abril de 2010

possivel recomeço

'e quem me garante a mim que é o fim de tudo ? enquanto houver o infinito, eu continuarei a lutar, pois eu só vou parar, quando alguém imposer um limite em tudo, até lá quem manda sou eu, e farei as coisas á minha maneira, pois farta estou de ser dirigida..
E agora que estou por baixo, agora que vejo todos os outros lá em cima e eu cá em baixo, tento inverter a situação, agora sim sinto a força dentro de mim, e sei que está na hora de mudar algo que já muito precisava de ser alterado.
Agradeço áqueles que tentavam e não conseguiam perceber, mas e que mesmo assim interpretavam a situação á sua maneira tentando ajudar da melhor e da pior maneira.. Valeu ;)'

a nuvem continua..


"Estou aqui sentada, esperando o fim que está mais próximo que nunca, nunca teve mais perto.
Já sinto a chegada do ultimo suspiro, o tal grito de socorro que há tanto esperava, grito esse que talvez ninguém venha a ouvir de tão surdos que tão.
È mesmo o fim de tudo, a lágrima já não vem, a despedida já foi a um bom tempo. Agora resta-me aguardar.. Ai, que ânsia, que vontade louca de me entregar a ti sem qualquer outro tipo de pensamento a afastar-me de ti. Tou ansiosa, completamente ansiosa por algo que não quero, mas já nao sou eu que decide, o poder escapou-me por entre os dedos. E julgando voçês mal, mais uma vez, eu quero e sei que preciso de ajuda, porém voçês me abandonaram.."

dôr escrita e descrita

18-03-2010
"Hoje o mundo desabou, fiquei sem pernas, não sintos os músculos, perdi os movimentos.
Ausência de energia, a vontade desapareceu..
O sonho de criança já não é o mesmo.
Estou encolhida no meu e só meu buraco, como uma tartaruga dentro da sua carapaça.
As dores de hoje já não são as mesmas que as de ontem, aquelas que provinham de uma queda e que passavam com um beijinho do papá e da mãmã..
as de hoje são bem mais fortes, lutam contra mim mesmo, ou lutavam, pois eu já nao combato essa dor, se nao os podes vencer, junta-te a eles, tudo a ver.
Julgava ser a única que possuía estes sentimentos dentro de mim, mas olho em redor e vejo meio mundo assim, porém ha aqueles que fingem não passar nada..
Os objectos perderam a côr.
A chuva já se foi, veio o sol que era suposto iluminar tudo isto, mas não, as coisas continuam com aquele tom cinzento.
Os concelhos que me dão, passo-os a outros que concerteza darão mais valor.
Quero um caminho sem fim, quero perder-me nessa estrada, quero estar sozinha, bem sozinha, empurrando assim os outros para o outro lado da estrada..
Juro não entender esses outros que teimam com um final feliz, julgando estar num conto de fadas..
Olha eu, eu já era.."

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